sábado, 13 de setembro de 2008

O que um doido consegue fazer a outro doido!...

1 • CONSEGUE pô-lo ainda mais doido!
2 • consegue pô-lo a PENSAR em doidices tão doidas que roçam o normal pra muita gente, mas....continua a ser doidice pura para aquele doido
3 • consegue pôr o doido combinar uma sequência de teclas para fazer uma bolinha (•) <Fn+alt+M+J+U+9>
4 • um doido consegue olhar pra outro doido, topar que é um da mesma espécie e deixá-lo mais doidinho. Mas um doido QUE seja mesmo doido... ...fica tão ou mais doido com a sua tentativa de endoidecer o outro doido
5 • o doido é de TAL prazer doido, que continua com doidices
6 • doido é o doido que se deixa endoidar, só porque lhe dá um PRAZER imensurável
7 • doido que É doido, faz coisas destas... porque só mesmo um doido pra se deixar endoidecer e não se importar de endoidecer ainda mais alguém doido por natureza...
8 • um doido consegue PÔR outro doido a escrever doidices numa página de Internet. (Isto é de doidos...) :D
9 • um doido consegue melhor. Consegue pôr MEIA-DÚZIA de doidos a ler estas doidices
10 • doido, é o doido que loucamente tenta seguir o ritmo alucinantemente louco DE uma completa loucura e ainda consegue fazer alguns loucuras pelo meio
11 • os NORMAIS largavam isto no numero 10, os doidos escrevem o numero 11 mas não se lembram do que iam escrever!!
12 • sim. os normais largariam no dez, tal como anunciado, mas os DOIDINHOS vão até ao 12, só por causa das coisas...
13 • depois existem os estupidamente doidos que se atrevem, e têm a ousadia de passar para o 13!
NOTA: Todo o conteúdo deste blog é da responsabilidade de um conjunto alargado de pessoas e respectivas atitudes, que sem muito esforço, conseguiram enlouquecer por completo o autor, provocando uma série de devaneios sem nexo, sem lógica e, definitivamente sem nenhuma razão de ser.

Pois, pois. Já me tinha dito!...

Que o jovem baleado na esquadra da PSP de Portimão era um coitadinho... (segundo informações apuradas, o «Homem do Comichanita na Ponta do Dedo», como chamam ao destemido atirador que, nem numa esquadra se coibiu de fazer justiça pelas próprias mãos, ou pela arma ilegal que lhe venderam, andava a ser ameaçado por causa de um negócio que envolvia madeira no valor de 120 mil euros, uma bagatela, diga-se. Ora se 20 mil foram para acordar o negócio, os restantes 100 mil, em cheque pré-datado, foram devolvidos. No entanto, o alvejado duplamente, na face, resolve pedir, não os 20 mil já pagos, mas 40 mil. Se isso não enfurece um homem de família, não sei o que enfurecerá.)

Que o Nuno Gomes não faz falta ao mundo do futebol... (o conhecidíssimo comentador Rui Santos, no jornal Record, disse que acha que o Nuno Gomes esteve a mais no jogo com a Dinamarca. O que está a mais é a sua foto do tamanho do monitor no site dessa publicação desportiva.

NOTA: Todo o conteúdo deste blog é da responsabilidade de um conjunto alargado de pessoas e respectivas atitudes, que sem muito esforço, conseguiram enlouquecer por completo o autor, provocando uma série de devaneios sem nexo, sem lógica e, definitivamente sem nenhuma razão de ser.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Alucinação Interminável - Parte 3

Era já de manhã. O sol bocejava por detrás da colina, enquanto a lua já ressonava do lado oposto. As plantas espreguiçavam seus ramos, e os animais cantavam todos em harmonia no que estava a ser um amanhecer rejuvenescedor. Anacleta Papagaio dormitava ferrada no seu descanso. O sol iluminava-lhe as ventas, mas não foi por isso que Anacleta acordou. O roncar da lua era ensurdecedor, mas não foi por isso que Anacleta acordou, o canto dos animais era melodioso mas audível, não foi por isso que Anacleta acordou. Finalmente o chilrear dos passarinhos aos seus ouvidos, fizeram com que acordasse. Não eram exactamente passarinhos, nem era exactamente chilrear. Aquilo era mais o guinchar de uma avestruz, mas a velha era surda que nem um caixote, por isso não notou diferença. A avozinha boceja, espreguiça-se, limpa a baba, coloca a placa de cima, em seguida, a placa de baixo, puxa o saiote para baixo e levanta-se. Enquanto procura um sítio para se lavar, olha em redor mas não encontra nenhum. Por sorte, um urso havia mijado nas redondezas, formando uma poça em que, na qual, a avozinha se conseguia lavar. Aproxegou-se, agaixou-se, e toca de tomar o belo do banho Checo (chec, chec, chec). De repente!! Um toque no ombro! -"AAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH !!!!!!!!!!!!!!!!" - Vira-se e cai desamparada na poça de mijo. Era o homem desconhecido que conhecera no dia anterior. Mas afinal... O gajo não tinha sido comido por um urso??!!!?? Não! O cérebro de Anacleta já não era jovem como dantes (aliás, deixou de ser jovem há aproximadamente 70 ou 80 anos) e, durante a passada noite havia-lhe pregado uma grande partida, engendrando a violenta e dramática partida do seu guia florestal. Segundo as veeellllhhhhaaaas escrituras, essa noite foi tudo menos dramática. Foi violenta, isso foi, foi memorável, isso foi, foi escaldante, tórrida, obscena, caliente. (continua...)

NOTA: Todo o conteúdo deste blog é da responsabilidade de um conjunto alargado de pessoas e respectivas atitudes, que sem muito esforço, conseguiram enlouquecer por completo o autor, provocando uma série de devaneios sem nexo, sem lógica e, definitivamente sem nenhuma razão de ser.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

A realidade é o que é, ou pode ser mudada?

Quando se fala em masculinidade, fala-se no órgão reprodutor masculino, o pénis.
Na verdade, por vezes, deixa de ser tão masculino quanto o desejável.

É degradante ouvir expressões como «pilinha», ou «pirilau», ou «gaita», ou «salsicha», ou «dlim-dlão», etc.As quatro primeiras são completamente incompreensíveis. Ora se é o «órgão reprodutor masculino, porque se hão-de dar nomes femininos?
A última acho que não precisa de explicações, o nome diz tudo. É extremamente embaraçoso.
No entanto, a nossa longa história demonstra e prova que não é o nome que se dá, mas o que se faz com o que nos se deu.
Desde o princípio dos tempos que o pénis, masculino é claro!! - tem sido o percutor de toda a evolução proveniente de «mão» humana. Aliás, mais que dadas estão provas que o verdadeiro cérebro masculino se situa por entre as pernas.
No tempo da outra senhora, ou seja, há muito, muito tempo, a corte de um homem a uma mulher era bem diferente dos dias de hoje. O homem aproximava-se da mulher e, todo pimpão, fazia-lhe uns «olhinhos», mandava-lhe uns beijinhos, dirigia-lhe umas palavras bonitas tipo: "Uga", ou "Buga"; exibia-lhe os seus músculos, depois, vindo do nada, pregava-lhe uma marretada nos cornos e, com enorme convicção, atanchava-lhe uma berlaitada de ir à lua para, de seguida, partir para a caça do mamute, um dever muito masculino.
Depois vieram as «modernices», e o homem viu-se obrigado a usar folhos (imagine-se! Folhos!), aquelas roupas amaricadas cheias de brilhantezinhos. Tudo isto para cortejar uma mulher. Pior!! Antes de a cortejar já ela lhe estava prometida em casamento, o que tirava todo o sentido do engate. - "Pra quê??? Qualquer das maneiras os pais dela já tinham prometido que era ele quem lhe ia atanchar as belas das berlaitadas! Isso estava garantido!" -
Mais tarde, uns séculos mais tarde, nova mudança. Um revivalismo. Volta a moda da barba rija, marretada e pêlos no peito. Só que agora o dever não são os mamutes, mas algo também muito masculino de certeza - nas tascas até altas horas da madrugada na cerveja, cartas ou dominós, cigarradas de meia noite, coçansos da tomatada e cuspidelas para o chão.
Um pouco depois disto, vira o disco e toca o mesmo, mas com outro cheiro. Cheiro a creme hidratante.
Se nas alturas das marretadas, queriam-se homens de barba rija e pêlos, não só no peito como em sítios menos visíveis, hoje não. Hoje nada de pêlos, nada de caça ao mamute, nada de casamentos prometidos, nada de deveres masculinos. É manicures, pedicures, depilações, calças a entrar pelo rego do cú, camisolas justas cor-de-rosa a ver o umbigo, creme prá cara, cremes prás mãos, prós pés, prás nalgas...
Os tempos mudam e, as pessoas mudam com eles. Qual será a atitude correcta? - A de hoje ou a de antigamente?
Em conclusão!! O ser humano é um bicho que não sabe o que quer, não sabe quem é, o que é, nem de onde vem, nem tão pouco para onde vai.

NOTA: Todo o conteúdo deste blog é da responsabilidade de um conjunto alargado de pessoas e respectivas atitudes, que sem muito esforço, conseguiram enlouquecer por completo o autor, provocando uma série de devaneios sem nexo, sem lógica e, definitivamente sem nenhuma razão de ser.