Há uma revista regional que me acompanha há já muito tempo, e mais de há 3 anos a esta parte. Actualmente trabalho lá.
Pois, até à altura que para lá fui trabalhar, quando a folheava, era para, e como a maioria das pessoas da minha idade, rumar direito à secção das Noites Algarvias, onde se espera sempre encontrar fotos de pessoas conhecidas. É esse o único objectivo de consultar essa secção da revista.
A secção das Noites Algarvias consiste numa página por estabelecimento de diversão nocturna (leia-se bar, discoteca, dacing ou mesmo boite), com uma foto do aspecto geral do estabelecimento, normalmente, da pista. Nesta página existe também um pequeno texto alusivo ao espaço nocturno e, o mais importante: as fotos dos clientes com as respectivas legendas. É essa parte que nos interessa. Cuscar quem anda a sair à noite e onde vai.
- Olhá Xana!!!!! Hehehe. Que é que ela faz no Wild??? Ganda maluca!!
São expressões deste género que se ouve um pouco por todo o Algarve, todos os meses. Isto quando estamos sozinhos é assim, mas quando acompanhados:
- Olha aqui! Olha! Olha aqui no Outro! Eu conheço! É o Artur!! - ,como se fosse motivo de orgulho conhecer alguém que tá sempre em bares e que provavelmente já bebeu mais que a conta e acabou por aceitar ser fotografado por uma revista.
Todos os meses encontramos algum amigo ou amiga na dita revista e, da próxima vez que o encontramos fazemos referência a isso:
- Então, pá!!! Agora és importante, é?? Sais nas revistas, já não falas ao pobres!!!
Mas isto era antes! Era, era! Agora o caso muda de figura!
Enquanto folheava a revista de um certo mês, encontro uma única cara conhecida. E faço o quê? Vou falar com ela e digo-lhe que é importante porque já sai em revistas? Não me parece! Eu até sou seu amigo! … no Facebook!
Pois é! Agora temos novos amigos: os das redes sociais! E eu, antiquado que sou, e desde muito novo habituado a amigos reais e palpáveis, não consigo dirigir-me a essa pessoa e dizer:
- Não fales aos pobres!!! Tá?? Agora a menina é importante e sai em revistas, e tal!!!
E era o que fazia quando realmente conhecia a pessoa fotografada, tudo na base da brincadeira. Se brinco desta forma com uma “amiga” do Facebook, passo por predador sexual, no mínimo. Fico quietinho no meu canto, à espera de encontrar alguém realmente conhecido.
Uma lista de assuntos na ordem do dia, mas com uma abordagem algo estúpida, diria mesmo, ridícula.
quarta-feira, 17 de março de 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Love! So special and true.. Tradução: O Amor é tanto de verdade
Está bem! A pedido de muitas famílias respeitosas, imaculadas, vou, até ver, deixar de abordar temas que envolvam palavras como merda, poito, peido, bufa, pêlos púbicos e demais nojices.
Concordo também, até ver, mais uma vez, em deixar de escrever palavrões tipo merda, foda-se, caralho e outras mal-criadices impróprias a menores.
Respondendo também a inúmeros pedido que me inundaram a caixa de correio electrónico, os temas que passarei a abordar irão estar de encontro ao apelo aos sentimentos, à humanidade, à solidariedade, e demais temas malencólicos de carácter sentimental e sério.
Então, sem demais delongas, comecemos! e vou começar por falar do sentimento que rege a vida dos 6.5 milhões de habitantes deste massacrado planeta: O Amor!
O Amor é um sentimento que não conhece egoísmo, maldade, inveja...
Há vários tipos de amor, mas só vou referir dois deles.
Um dos tipos de Amor é aquele que se diz. Há uma nação internacionalmente conhecida por amar tudo e mais alguma coisa, os Estados Unidos da América. Eles não só amam a família, os amigos, os animais de estimação, como amam a Coca-Cola, o McDonald's, o KFC e o Take-Away. Mais fantástico que isso, só mesmo o amor que nutrem pelas suas "bombas", os seus carros banheira. Aquelas máquinas com 350 cavalos, 7000 de cilindrada, e que "bebem" 150 litros de GASOLINA aos 100 Km. Por outro lado, os gajos odeiam as caixas de fósforos europeias, com 75 CV, 1200 de cilindrada, com consumos de 4 L aos 100, mesmo que atingam, pelo menos, os 180 KM/H. Tudo abaixo dos 400 KM/H, e que não caguem poluição equivalente ao cagado por um pequeno país sul-americano, não chega para eles.
Mas de ódio falarei noutro dia. Primeiro tenho de fazer o meu trabalho de casa pedido pela minha psicóloga, de modo a saber a opinião dela acerca disso, e ver se me permite tal afronta ao meu tratamento.
Depois existe o Amor sentido, o Amor sincero, o Amor altruísta, aquele que se sente pela família e amigos, verdadeiros amigos. Mas mesmo aqui arriscaria a separá-los. Por Amor à família sacrifica-se muito mais que por Amor à amizade, não deixando de ser Amor.
No entanto, eu não me dirigo a um amigo e digo que o (a) amo. Porquê? Não sei. Eu e a minha psicóloga estamos a trabalhar nisso.
E há quem o faça. Será verdadeiramente sincero? Um pai diz a um filho que o ama, e realmente nunca o abandona. Bate, castiga, proíbe e, por mais merda que o filho faça, ajuda-o sempre. Será este o verdadeiro Amor? Não sei. Eu e a Dra. estamos a tratar disso.
Um amigo diz a outro que o ama, o outro comete um erro, o primeiro caga-se para ele. Será que o amava mesmo? Não sei. Eu e a minha psicóloga estamos a tratar disso.
Então o que é o Amor que não um rio que nunca seca, um sol que nunca arrefece? Será apenas um desabafo? Não sei. Nem nunca vou saber. A Sra. Dra. acabou de renunciar à psicologia e dedicar-se ao eremitismo.
Dentro de uma caverna há Amor? No deserto há Amor? Nas cozinhas do McDonald's há Amor?
O que é o Amor?
Concordo também, até ver, mais uma vez, em deixar de escrever palavrões tipo merda, foda-se, caralho e outras mal-criadices impróprias a menores.
Respondendo também a inúmeros pedido que me inundaram a caixa de correio electrónico, os temas que passarei a abordar irão estar de encontro ao apelo aos sentimentos, à humanidade, à solidariedade, e demais temas malencólicos de carácter sentimental e sério.
Então, sem demais delongas, comecemos! e vou começar por falar do sentimento que rege a vida dos 6.5 milhões de habitantes deste massacrado planeta: O Amor!
O Amor é um sentimento que não conhece egoísmo, maldade, inveja...
Há vários tipos de amor, mas só vou referir dois deles.
Um dos tipos de Amor é aquele que se diz. Há uma nação internacionalmente conhecida por amar tudo e mais alguma coisa, os Estados Unidos da América. Eles não só amam a família, os amigos, os animais de estimação, como amam a Coca-Cola, o McDonald's, o KFC e o Take-Away. Mais fantástico que isso, só mesmo o amor que nutrem pelas suas "bombas", os seus carros banheira. Aquelas máquinas com 350 cavalos, 7000 de cilindrada, e que "bebem" 150 litros de GASOLINA aos 100 Km. Por outro lado, os gajos odeiam as caixas de fósforos europeias, com 75 CV, 1200 de cilindrada, com consumos de 4 L aos 100, mesmo que atingam, pelo menos, os 180 KM/H. Tudo abaixo dos 400 KM/H, e que não caguem poluição equivalente ao cagado por um pequeno país sul-americano, não chega para eles.
Mas de ódio falarei noutro dia. Primeiro tenho de fazer o meu trabalho de casa pedido pela minha psicóloga, de modo a saber a opinião dela acerca disso, e ver se me permite tal afronta ao meu tratamento.
Depois existe o Amor sentido, o Amor sincero, o Amor altruísta, aquele que se sente pela família e amigos, verdadeiros amigos. Mas mesmo aqui arriscaria a separá-los. Por Amor à família sacrifica-se muito mais que por Amor à amizade, não deixando de ser Amor.
No entanto, eu não me dirigo a um amigo e digo que o (a) amo. Porquê? Não sei. Eu e a minha psicóloga estamos a trabalhar nisso.
E há quem o faça. Será verdadeiramente sincero? Um pai diz a um filho que o ama, e realmente nunca o abandona. Bate, castiga, proíbe e, por mais merda que o filho faça, ajuda-o sempre. Será este o verdadeiro Amor? Não sei. Eu e a Dra. estamos a tratar disso.
Um amigo diz a outro que o ama, o outro comete um erro, o primeiro caga-se para ele. Será que o amava mesmo? Não sei. Eu e a minha psicóloga estamos a tratar disso.
Então o que é o Amor que não um rio que nunca seca, um sol que nunca arrefece? Será apenas um desabafo? Não sei. Nem nunca vou saber. A Sra. Dra. acabou de renunciar à psicologia e dedicar-se ao eremitismo.
Dentro de uma caverna há Amor? No deserto há Amor? Nas cozinhas do McDonald's há Amor?
O que é o Amor?
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Açorda de telemóvel
Segundo um estudo da ANACOM, no final de 2009, existiam perto dos 16 milhões de assinantes de telemóvel, o que dá 150 telemóveis por 100 habitantes, o que por sua vez dá 1,5 telemóveis por pessoa.
Ora eu sei o que faço com um telemóvel, mas o que faz alguém com um telemóvel e meio? que utilidade poderá ter meio telemóvel? E qual das metades será? O visor? O teclado? Com o visor ainda dá para ver uma fotos, mas não há botões para comandar... Com o teclado, carrega-se nos botões e ainda se pode ouvir o bip das teclas, mas não se veêm resultados!
É normal ter-se um telemóvel, mas é parvo ter-se mais meio!
Mudando de assunto: Os portugueses admitem já não conseguir viver sem telemóveis, o que tembém é parvo, mais: É estúpido! Não se consegue viver sem água nem comida, e vá, tenho de admitir: sem 1 telemóvel, mas consigo viver perfeitamente bem sem meio telemóvel!
Ora eu sei o que faço com um telemóvel, mas o que faz alguém com um telemóvel e meio? que utilidade poderá ter meio telemóvel? E qual das metades será? O visor? O teclado? Com o visor ainda dá para ver uma fotos, mas não há botões para comandar... Com o teclado, carrega-se nos botões e ainda se pode ouvir o bip das teclas, mas não se veêm resultados!
É normal ter-se um telemóvel, mas é parvo ter-se mais meio!
Mudando de assunto: Os portugueses admitem já não conseguir viver sem telemóveis, o que tembém é parvo, mais: É estúpido! Não se consegue viver sem água nem comida, e vá, tenho de admitir: sem 1 telemóvel, mas consigo viver perfeitamente bem sem meio telemóvel!
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Alucinação Interminável - Parte 2 (repescagem)

(ler a parte 1)
Pé após pé, cajadada após cajadada, passo após passo, lá vai Anacleta a assobiar uma música da Britney Spears, uma artista nova no panorama artístico-cultural da zona. Passado algum tempo (2 minutos), a "Avozinha" sente uma enorme necessidade de pousar a trouxa no chão e descansar (dizem alguns anti-Avozinha que não era bem descansar que ela queria, mas sim que sentiu uma caganeira do tamanho da muralha da China, tanto que, já teria um ligeiro borrão na ceroula). Passados alguns dias, já os mantimentos faltavam, as forças faltavam, a vontade faltava!!! Anacleta, a Avozinha, começou pela primeira vez a ter pensamentos alternativos de arrependimento, que logo se lhe esvaíram quando, vinda do nada, uma pedra aterra-se-lhe nos cornos.
NOTA: Todo o conteúdo deste blog é da responsabilidade de um conjunto alargado de pessoas e respectivas atitudes, que sem muito esforço, conseguiram enlouquecer por completo o autor, provocando uma série de devaneios sem nexo, sem lógica e, definitivamente sem nenhuma razão de ser.
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