sexta-feira, 6 de maio de 2011

Dito e feito - O início

Recentemente dei continuidade a uma crónica de nome "Coisas da Vida" iniciada pela minha namorada no blog do Tertúlia Cor de Burro a Fugir, à qual resolvi iniciar a abordagem séria e isenta a ditos e provérbio populares. No próprio blog do Tertúlia Cor de Burro escrevi de sobre o dito "Como se não houvesse amanhã...", expressão muito utilizada por todos nós, e posso desde já adiantar que também vai ser publicado no mesmo blog, o texto sobre "Onde o diabo perdeu as botas", expressão também muito utilizada por todos nós (mas só quando não recorremos a outras expressões com o mesmo significado).

Aqui vou dar continuidade a esse projecto deveras promissor, e inclusive, espero ter a sua (dela) colaboração. A ver vamos!

Resolvi começar com uma frase conhecida do público em geral: "A porta da rua é a serventia da casa".
Ora isto é uma maneira simpática de dizer: "Põe-te no ca$&$&o!" - de mandar alguém embora de um modo grosseiro, mas não muito. Mas... Porque há-de ser a porta da rua e não a janela, ou a porta para o quintal? Porra, que estes gajos eram bem específicos na sua maneira de mandar as pessoas pró ca$&$&o!!!


NOTA: Todo o conteúdo deste blog é da responsabilidade de um conjunto alargado de pessoas e respectivas atitudes, que sem muito esforço, conseguiram enlouquecer por completo o autor, provocando uma série de devaneios sem nexo, sem lógica e, definitivamente sem nenhuma razão de ser.

Casa da Mentira

As pessoas aplaudem a mentira e repudiam a verdade!
Os honestos são passados para trás, são completamente censurados e rejeitados. A verdade dói?
Os mentirosos são aplaudidos de pé, carregados em ombros e venerados. A mentira é necessária?

Chego à conclusão que "Quem dá e tira, VAI para a Casa da Mentira!", até porque a "Casa da Mentira" é, indubitavelmente, um sítio bom.
Poderiam, muitos de vocês, dizer que é o português, mas não! É o Mundo!!!!

Baleia: "Oh, querido, achas que estou gorda?"
Marido: "Não, querida, estás óptima!"
Baleia: "És tão querido!" Estou tão feliz"

Papa-Formigas: "Olha lá, achas que tenho o nariz grande demais!"
Papa-Formigas gajo: "Sim, acho!"
Papa-Formigas gaja: "Vai-te Fo#&r!"

Para que isto não se torne muito sério, vou enumerar alguns casos de normalidade, embora em pequenos, todos tenhamos aprendido que mentir é feio:

| Políticos que mentem e são aplaudido e colocados no topo da hierarquia nacional para encher os bolsos a alguns, graças ao esvaziamento dos bolsos de outros. Mas o mais mentiroso vence sempre!
| Namorados que mentem em benefício próprio, com o único intuito de enganar, de modo a poderem continuar o que quer que seja que estão a fazer e não querem que o outro saiba. São os mais amados!
| Trabalhadores que mentem à entidade patronal só para ficarem bem na "fotografia". Os mentirosos são sempre melhores que os habilidosos, dedicados e esforçados!
| Amigos que se mentem, talvez porque a verdade vai criar dúvidas, que obrigatoriamente, vai criar perguntas às quais não se quer responder, só porque aborrece, ou pode ficar mal!

Assim sendo, que me perdoem, mas mentir vai ser o meu objectivo de vida! E quão complicada é esta frase, porque daqui em diante, não saberão se o que escrevo é verdade ou mentira, sendo que posso pôr aqui qualquer coisa que me apeteça, já que ninguém vai saber se cumpro ou não. Se cumprir, cumpro, se não cumprir... Eu avisei!


NOTA: Todo o conteúdo deste blog é da responsabilidade de um conjunto alargado de pessoas e respectivas atitudes, que sem muito esforço, conseguiram enlouquecer por completo o autor, provocando uma série de devaneios sem nexo, sem lógica e, definitivamente sem nenhuma razão de ser.

terça-feira, 15 de março de 2011

Sonhos Engarrafados - Parte 1

Céu azul, uma nuvem evidenciava a forma de uma garrafa, as árvores dançavam ao som do vento que se fazia sentir pelo vale, no horizonte, vislumbrava a imensidão do oceano, e como era pacífico. Que tranquilidade, aquele lugar, que perfeição.
Fecho os olhos repentinamente! Algo me acertou mesmo no meio da testa! Cabrão do pardal! Cagou-me mesmo no meio dos olhos! Que nojo! Levanto-me e procuro qualquer superfície para me limpar, nem que seja o top, que é mesmo o que vai ter que servir para remover a cagadela de pássaro que já escorre pelo nariz. Limpo, e enquanto olho para baixo, deparo-me com a saia toda rasgada. No que antes só via a partir de um pouco acima dos joelhos, agora, por entre os rasgos, vejo que tenho cuecas azul-marinho rendadas. Eu nunca tive cuecas azul-marinho! Que porra é esta? Os sapatos também não são meus! Botas castanhas? Ahh... Não são castanhas! Quer dizer... são! Mas eram pretas. Não percebo, assim como não percebo esta enorme dor de cabeça, assim de repente, do nada. E onde se meteu o céu azul? Onde estão as árvores e o oceano? Concluo que era só um sonho, um lindo sonho que me transportou para longe da agitada, problemática e perigosa urbe onde toda a minha vida vivi. Tranquilidade, paz, céu azul e mar são alucinações inspiradas no que ocasionalmente vejo na televisão. Tão bem que me lembro de quando era criança e, na casa dos meus pais, havia uma televisão que estava sempre ligada. Por vezes, lá escapava dos castigos e via aquelas lindas imagens de campos floridos, praias maravilhosas... Tudo sítios que prometia a mim própria um dia visitar. Não consegui! Em 23 anos de vida ainda não consegui. Mas tenciono um dia conseguir, dê por onde der!


NOTA: Todo o conteúdo deste blog é da responsabilidade de um conjunto alargado de pessoas e respectivas atitudes, que sem muito esforço, conseguiram enlouquecer por completo o autor, provocando uma série de devaneios sem nexo, sem lógica e, definitivamente sem nenhuma razão de ser.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Existe um "Mais Além"

Ohhh, incerteza das incertezas!!! Ohhh, dúvida das dúvidas!!! Ohhh, incógnita das incógnitas!!! Ohhh… RAISPARTA EU MAIS OS OHHHS!!!!
Nos olhos do futuro vislumbro um rol de cores ainda não descobertas. A pergunta mais óbvia seria: “Mas que cores são essas?” – e a resposta mais óbvia seria: “Como queres que saiba, se ainda não foram descobertas?”
E é assim que começa a cozedura do arroz de frango. No ar paira a dúvida sobre o resultado desta experiência com novos ingredientes, nunca antes saboreados. Sem vacilar, tomo um avanço grotesco pela escuridão do tacho ao lume. Penso se não será boa ideia desligar tudo e retornar à rotina do arroz separado do frango, mas a carência de cebola assim o determina, e o frango coze.
Haverá algo mais interessante que um tacho fechado com água a borbulhar no seu interior? Eu diria que sim, mas quem sou eu se não uma criança inexperiente nestas coisas do arroz de frango?
Sim, tenho mesmo um frango ao lume! E sim, a água já borbulha no interior do tacho! E sim, vou ter que fazer uma pausa para controlar o cozinhado!
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Diria que voltei, mas o meu pensamento está no frango que já cheira, deixando adivinhar o seu sabor. Não consigo descortinar o que dali virá, mas agora já não posso voltar atrás. Virei numa encruzilhada de um só sentido. O sentido do olfacto! Já volto!
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Há coisas piores. Como não comer! Na próxima lição, vamos aprender a fazer ensopado de pardal com palitos La Reinne!
NOTA: Todo o conteúdo deste blog é da responsabilidade de um conjunto alargado de pessoas e respectivas atitudes, que sem muito esforço, conseguiram enlouquecer por completo o autor, provocando uma série de devaneios sem nexo, sem lógica e, definitivamente sem nenhuma razão de ser.