NOTA: Todo o conteúdo deste blog é baseado em factos reais sendo que se torna muito difícil distinguir a ficção da realidade.Todas as imagens neste blog são descaradamente roubadas aos seus legítimos proprietários. - Desculpem lá qualquer coisinha! - Se querem deixar o vosso desagrado façam-no aqui ou em: Tertulia Cor-de-Burro-a-Fugir no Youtube
Uma lista de assuntos na ordem do dia, mas com uma abordagem algo estúpida, diria mesmo, ridícula.
domingo, 23 de setembro de 2012
Tertúlia Cor-de-Burro-a-Fugir: Emoção de Viver
Tertúlia Cor-de-Burro-a-Fugir: Emoção de Viver: Toda a experiência de viver é uma aventura, por vezes novela, outras... filme de ação. Mas há certos episódios que transcendem essa aventu...
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Olha a bolinha fresquinhaaaaaa!
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| Bolinha fresquinhaaaaaa!!!! |
E ainda se queixam de um gajo comer de boca aberta!
Se as Bolas de Berlim podem ser comercializadas na praia, porque não comercializar também feijoada, jardineira, ou para os mais calorentos, gaspacho. Aí ouvir-se-ia algo do tipo: "Olha o gaspacho fresquinho!! Fresquinho e bom. O melhor gaspacho desta praia!"
Deste modo, assim como deixei de levar as belas Bolas de Berlim, o que contribuiu bastante para não continuar com o irritante espalhar de açúcar pelas sandes de mortadela, também deixava de levar o gaspacho. O meu principal objetivo para os próximos 2 anos, é deixar de transportar a panela da feijoada junto das braçadeiras.
E ainda se queixam de um gajo comer de boca aberta!
Update:
Ano 2024. E de repente vendem-se bolachas americanas na praia. Como se por cá não houvessem doces suficientes passíveis de se vender na praia como o Pastel de Nata, o D. Rodrigo, o Bolo de Arroz, o Queque, o Mil-Folhas...
E ainda se queixam de um gajo comer de boca aberta!
NOTA: Todo o conteúdo deste blog é da responsabilidade de um conjunto alargado de pessoas e respectivas atitudes, que sem muito esforço, conseguiram enlouquecer por completo o autor, provocando uma série de devaneios sem nexo, sem lógica e, definitivamente sem nenhuma razão de ser.
sábado, 28 de julho de 2012
Emoção de Viver
Toda a experiência de viver é uma aventura, por vezes novela, outras... filme de ação. Mas há certos episódios que transcendem essa aventura. Falo, como é bastante óbvio, de pelar batatas.
Sim, descascar batatas tem tanto de emocionante como de perigoso. É inigualável a emoção de saber que a próxima batata será tão diferente da anterior. Inigualável é também cada facada que se disfere à batata. E por falar em facadas, e como não há emoção sem perigo...
Quantos dedos já se perderam a descascar batatas? Inúmeros!
Pois é! Constitui imenso perigo apontar uma faca a uma batata. Não digo que a batata riposte, mas o destino arranja maneira de se vingar.
Há quem diga, no meio da sua grotesca, no entanto inocente ingenuidade, que perigoso a sério é descascar cenouras, mas nada disso. É a batata! Porquê? Porque eu digo! E quem discordar come uns tabefes p'lo focinho!
Sim, descascar batatas tem tanto de emocionante como de perigoso. É inigualável a emoção de saber que a próxima batata será tão diferente da anterior. Inigualável é também cada facada que se disfere à batata. E por falar em facadas, e como não há emoção sem perigo...
Quantos dedos já se perderam a descascar batatas? Inúmeros!
Pois é! Constitui imenso perigo apontar uma faca a uma batata. Não digo que a batata riposte, mas o destino arranja maneira de se vingar.
Há quem diga, no meio da sua grotesca, no entanto inocente ingenuidade, que perigoso a sério é descascar cenouras, mas nada disso. É a batata! Porquê? Porque eu digo! E quem discordar come uns tabefes p'lo focinho!
NOTA: Todo o conteúdo deste blog é da responsabilidade de um conjunto alargado de pessoas e respectivas atitudes, que sem muito esforço, conseguiram enlouquecer por completo o autor, provocando uma série de devaneios sem nexo, sem lógica e, definitivamente sem nenhuma razão de ser.
sábado, 21 de julho de 2012
José Hermano Saraiva
Eu não sei se José Hermano Saraiva foi um grande homem, se contribuiu para melhorar o estilo de vida em Portugal no 92 anos que cá andou. Não sei.
Eu não sei se este senhor não foi ofendido enquanto Ministro da Educação ou como professor. Não sei. Sei que assim como eu, muitos outros portugueses ficavam (e ficam) encantados a ouvir este homem falar.
Ouvi que muitos portugueses começaram a gostar de História graças a ele. Acredito e assino por baixo, por cima e dos lados, se necessário.
Aprendi muita da História de Portugal com os programas deste senhor, mas confesso que muitas outras vezes estava só a ver e ouvir a voz e não propriamente o que dizia, encantado com o entusiasmo.
Vi ontem, num especial da Alma e a Gente, que o Mosteiro de Alcobaça foi muito recentente adulterado, vi as fotos e fiquei chocado, mas o importante é o que ele sugeriu que se podia fazer para preservar e, quem sabe, rentabilizar o monumento:
- Numa visita à Holanda, José Hermano Saraiva constatou que lá têm um Museu dos Descobrimentos, museu esse que expõe a Holanda como grande precursora dos descobrimentos dessa época. E que ao visitar Espanha, se passa o mesmo, com Cristovão Colombo enaltecido como o primeiro Descobridor.
Ora sugestão do homem que frisou que o Mosteiro está completamente vazio, abandonado: Criar o nosso Museu dos Descobrimento e que revele toda a verdade sobre os Descobrimentos ao mundo
Concordo e acrescento uma sugestão genial: Criação de um imposto extra para tornar isso realidade.
Podia ser que os portugueses ao invés de importar costumes dos outros países, se concentrassem em elevar o seu próprio - Não me parece!!
Podia ser que os portugueses deixassem de comprar carros novos de 6 em 6 meses - Não me parece!!
Até podia ser que os governo deixasse de aplicar os impostos em coisas igualmente importantes como jantares, viagens para a família, carros, motoristas, inexplicáveis derrapagens em certas obras, etc. - Não me parece!!
Vai lá tu ser inteligente, honesto e justo neste país a ver se te safas! Ou morres à fome que te fodes, ou vives parvo que te lixas!
Eu não sei se este senhor não foi ofendido enquanto Ministro da Educação ou como professor. Não sei. Sei que assim como eu, muitos outros portugueses ficavam (e ficam) encantados a ouvir este homem falar.
Ouvi que muitos portugueses começaram a gostar de História graças a ele. Acredito e assino por baixo, por cima e dos lados, se necessário.
Aprendi muita da História de Portugal com os programas deste senhor, mas confesso que muitas outras vezes estava só a ver e ouvir a voz e não propriamente o que dizia, encantado com o entusiasmo.
Vi ontem, num especial da Alma e a Gente, que o Mosteiro de Alcobaça foi muito recentente adulterado, vi as fotos e fiquei chocado, mas o importante é o que ele sugeriu que se podia fazer para preservar e, quem sabe, rentabilizar o monumento:
- Numa visita à Holanda, José Hermano Saraiva constatou que lá têm um Museu dos Descobrimentos, museu esse que expõe a Holanda como grande precursora dos descobrimentos dessa época. E que ao visitar Espanha, se passa o mesmo, com Cristovão Colombo enaltecido como o primeiro Descobridor.
Ora sugestão do homem que frisou que o Mosteiro está completamente vazio, abandonado: Criar o nosso Museu dos Descobrimento e que revele toda a verdade sobre os Descobrimentos ao mundo
Concordo e acrescento uma sugestão genial: Criação de um imposto extra para tornar isso realidade.
Podia ser que os portugueses ao invés de importar costumes dos outros países, se concentrassem em elevar o seu próprio - Não me parece!!
Podia ser que os portugueses deixassem de comprar carros novos de 6 em 6 meses - Não me parece!!
Até podia ser que os governo deixasse de aplicar os impostos em coisas igualmente importantes como jantares, viagens para a família, carros, motoristas, inexplicáveis derrapagens em certas obras, etc. - Não me parece!!
Vai lá tu ser inteligente, honesto e justo neste país a ver se te safas! Ou morres à fome que te fodes, ou vives parvo que te lixas!
NOTA: Todo o conteúdo deste blog é da responsabilidade de um conjunto alargado de pessoas e respectivas atitudes, que sem muito esforço, conseguiram enlouquecer por completo o autor, provocando uma série de devaneios sem nexo, sem lógica e, definitivamente sem nenhuma razão de ser.
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